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Posts Tagged ‘alimentos funcionais’



Piramide Alimentar

A “Pirâmide Alimentar é um instrumento, sob a forma gráfica, de orientação da população para uma alimentação mais saudável”. (RDC nº39, de 21 de março de 2001).
A piramide é um guia para uma alimentação saudável e possui níveis e grandes grupos de alimentos, de acordo com sua participação relativa no total de calorias de uma dieta saudável.

Os alimentos da base da pirâmide devem ter uma participação maior na dieta alimentar diária e os alimentos dispostos no topo da pirâmide devem constituir a menor parte de sua alimentação.

Cada grupo de alimentos é fonte de nutrientes específicos e essenciais a uma boa manutenção do organismo.

  • Grupo de pães, massas, tubérculos: Fonte de carboidratos, nutriente fornecedor de energia. Pães, massas e biscoitos integrais são ainda boa fonte de fibras, que ajudam no bom funcionamento do intestino.
  • Grupo das frutas e hortaliças: Ótimas fontes de vitaminas e sais minerais, dentre eles, antioxidantes que diminuem o efeito deletério do estresse oxidativo e dos radicais livres. Também possuem boa quantidade de fibras.
  • Grupo das carnes: São alimentos compostos basicamente de proteína, muito bem utilizada por nosso organismo para produção de tecidos, enzimas e compostos do sistema de defesa. Além disso, são ricas em ferro e vitaminas B6 (pirixodina) e B12 (cianocobalamina), tendo sua ingestão (nas quantidades adequadas) efeito preventivo nas anemias ferropriva e megaloblástica.
  • Grupo do leite e derivados: São os maiores fornecedores de cálcio, mineral envolvido na formação de ossos e dentes, na contração muscular e na ação do sistema nervoso. Além disso, possuem uma boa quantidade de proteína de boa qualidade.
  • Açúcares e óleos: são pobres em relação ao valor nutritivo, sendo considerados, por isso, calorias vazias.

A Pirâmide Alimentar deve ser vista como um guia, mas devemos sempre ter em mente os princípios básicos para se obter uma dieta saudável:

Variedade: Uma dieta variada inclui alimentos diferentes nos grupos da Pirâmide que juntos atendem às recomendações nutricionais.

Equilíbrio: Uma dieta equilibrada incorpora diariamente as quantidades apropriadas dos 5 grupos de alimentos, provendo as calorias e nutrientes necessários.

Moderação: Selecionar as comidas e bebidas com cuidado ajuda a controlar as calorias e quantidades de gordura, colesterol, gordura saturada, sal, açúcares e, se consumidas, bebidas alcóolicas.

A nova Piramide Alimentar

Os avanços nos estudos cientificos a respeito de nutrição e saúde levaram à elaboração de uma nova piramide alimentar.

Na base da nova pirâmide está a prática de atividades físicas na forma exercícios, lazer, esportes e uma vida ativa.

As gorduras tem destaque na nova dieta, em especial as mono e poliinsaturadas, encontradas em óleos vegetais, peixes, castanhas e nozes.

Os carboidratos continuam na piramide mas há uma indicação para o uso de carboidratos integrais, em detrimento de suas versões refinadas.

Frutas e verduras são fontes diversificadas de fibras, sais minerais, vitaminas e outras fitosubstâncias importantes para a prevenção de doenças.

O consumo de amêndoas, castanhas, nozes e amendoins na alimentação deve ser estimulado. São fontes de proteínas, gorduras saudáveis, vitaminas e sais minerais.

As proteínas, encontradas principalmente em peixes, constituem parte importante de uma dieta.

É atualmente indicada uma diminuição no consumo de leite e seus derivados.

Devem ser evitados os seguintes grupos de alimentos:

  • Alimentos ricos em gorduras trans: Alimentos industrializados que contenham gordura vegetal hidrogenada, incluindo margarinas, bolachas, bombons, pães, sorvetes.
  • Alimentos ricos em gorduras saturadas: Carnes vermelhas, manteiga, leite e seus derivados.
  • Alimentos ricos em carboidratos refinados: Açúcar, massas e pães feitos com farinha branca.

Pirâmide alimentar: referências bibliográficas

1. Micronutrient Information Center. Linus Pauling Institute. Revisado em novembro de 2007. Fonte de informações científicas e atualizadas da Universidade de Oregon (EUA).
2. Department of Nutrition at Harvard School of Public Health. The Nutrition Source Website. Revisado em maio de 2008. Centro de nutrição da escola de saúde pública de Harvard, uma das mais conceituadas universidades do mundo.

Pesquisa personalizada

Nova Piramide alimentar

Alimentação saudável

Frutas e verduras combatem radicais livres no nosso organismo e devem ser parte importante de nossas refeições diárias. As vitaminas A, C, e E, (presentes na laranja, na manga e na maçã), têm o poder de reduzir o efeito dessas moléculas tóxicas que, comprometem o funcionamento do organismo e aceleram o envelhecimento.

Outra preocupação que devemos ter é com a redução do LDL, o colesterol ruim. Alguns alimentos, além, é claro, de exercícios físicos, são provadamente considerados redutores do LDL.:

  • Azeite de oliva extra-virgem (15 ml por dia),
  • Nozes,
  • Uvas vermelhas, devido a um pigmento, encontrado em sua casca (os flavonóides), que aumenta as taxas do HDL, o bom colesterol, e ajuda a prevenir o endurecimento das artérias. Portanto suco de uva integral e vinho tinto são necessários e devem fazer parte da nossa dieta (um cálice de vinho por dia e dois copos de de suco de uva ).
  • Aveia (40g de farelo ou 60g de farinha).

Outra substancias que devemos ingerir diariamente é a Catequina, um fitoquímico presente no chá verde que ajuda a reduzir o risco de tumores malignos (4 a 6 chícaras por dia), e o licopeno, substância que auxilia na prevenção do câncer de próstata e é encontrada em abundância no tomate.

O alho diminui a pressão arterial, aumenta o colesterol bom, e previne tumores malignos (1 dente de alho por cada 20 Kg de peso por dia).

Castanha-do-Pará, pistache, noz e amêndoas ajudam a prevenir problemas cardíacos e outros problemas cardiovasculares (30g por dia ou 5 a 6 unidades).

Os peixes ricos em ômega 3, como a sardinha, o bacalhau e o salmão, são poderosos aliados na prevenção de infartos e derrames, reduzem dores de artrite, melhoram a depressão e protegem o cérebro contra o mal de Alzheimer (180 gramas por semana).

A soja reduz o risco de doenças cardiovasculares, seu consumo, além de proporcionar a redução dos níveis de colesterol ruim, ameniza os incômodos da menopausa e ajuda a previnir o câncer de mama e de cólon (150 gramas de grão de soja por dia).

Fonte: WEB Academia

Alimentos que prolongam a vida

Estes alimentos permitem uma longevidade saudável

1. TOMATE FORTALECE A MEMÓRIA
Já se sabe que ele é rico em licopeno, antioxidante que previne o câncer e impede a formação do mau colesterol. Mas um estudo recente, da Universidade de Kentucky, nos Estados Unidos, comprovou que o tomate também é fonte de ácido ferúlico, que preserva os neurônios da degeneração provocada pelo stress oxidativo, protegendo contra os males de Alzheimer, de Parkinson e a demência senil. “Duas unidades por dia são suficientes para retardar o aparecimento dessas doenças em quem apresenta predisposição genética a elas”, diz o endocrinologista Wilmar Accursio, presidente da Sociedade Brasileira de Antienvelhecimento. Como o fruto é um dos alimentos que mais retêm agrotóxicos em sua casca, prefira os orgânicos.

2. ALHO AUMENTA A IMUNIDADE
Rico em componentes que ativam o sistema imunológico e combatem vírus, bactérias e fungos que causam infecções, o alho pode agir como coadjuvante no tratamento de resfriados, gripes e aftas, por exemplo. “Além disso, graças aos compostos fitoquímicos (alicina e ajoeno), o alimento ajuda a baixar os níveis de açúcar no sangue e tem ação antioxidante importante no controle do câncer”, afirma o endocrinologista Filippo Pedrinola, de São Paulo. Seus compostos ainda inibem a produção do mau colesterol e impedem a arteriosclerose – o espessamento da parede das artérias causado pelo depósito de gorduras. Para colher os benefícios, o médico sugere a ingestão diária de 600 a 900 miligramas de alho cru amassado (um dente grande ou dois pequenos).

3. FRUTAS VERMELHAS PROTEGEM CONTRA O CANCÊR
Amora, framboesa e morango contêm ácido elágico, que evita o envelhecimento precoce das células e a formação de tumores, segundo pesquisa da Universidade de Brasília publicada em 2006. Além disso, essas frutas têm flavonóides, com propriedades antiinflamatórias, antialérgicas e anticancerígenas. Nesse grupo, Jocelem Salgado, presidente da Sociedade Brasileira de Alimentos Funcionais, destaca o mirtilo, que ajuda a reverter o declínio das funções cerebrais e previne cataratas e glaucoma. A nutricionista Vanderlí Marchiori, de São Paulo, sugere o consumo diário de duas taças com um mix de frutas vermelhas (de preferência, orgânicas), um copo de suco (vale usar frutas congeladas) ou duas xícaras de chá feito com as folhas.

4. CASTANHA-DO-PARÁ RETARDA O ENVELHECIMENTO
Ela é fonte de vitamina E e selênio, que colaboram para frear a produção de radicais livres, desacelerar o envelhecimento e reduzir o risco de doenças do coração. O mineral, ingerido em doses recomendadas (entre 55 e 70 gramas por dia), evita a propagação do câncer, atua no equilíbrio do hormônio da glândula tireóide e fortalece a imunidade. Um estudo conduzido por pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e professores da Universidade Federal do Acre comprovou a eficácia da castanha e de alimentos enriquecidos com farinha de castanha-do-pará na recuperação de crianças desnutridas na Amazônia. “Uma unidade por dia é capaz de suprir as necessidades diárias de selênio”, diz Vanderlí Marchiori.

5. MAÇÃ ACALMA O ORGANISMO
O que não faltam são razões para consumir a fruta, de preferência com casca e tudo. Uma unidade contém 85% de água em sua composição e 5 gramas de fibras solúveis e insolúveis, o que significa entre 15 e 20% da dose diária indicada para que o organismo funcione bem. Mas o poder maior da fruta está na quercitina, fitonutriente que reduz os riscos de desenvolver doenças cerebrovasculares e câncer no estômago, fígado e pulmão, principalmente. Cientistas do Núcleo de Pesquisa em Alimentos Funcionais da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul descobriram ainda que as pessoas que comem pelo menos cinco maçãs por semana respiram e dormem melhor e apresentam menos probabilidade de ter problemas na garganta.

6. LINHAÇA CONTROLA A OSCILAÇÃO HORMONAL
O alimento é extremamente rico em ácidos graxos ômega 3, baixa o colesterol ruim e a taxa de triglicérides. Estudos recentes atribuem à linhaça propriedades que ajudam a controlar os hormônios. Ela amenizaria os efeitos da TPM e os fogachos da menopausa. “Além disso, a semente é um alimento biogênico, ou seja, é capaz de guardar informações genéticas para a formação de novos seres e, portanto, também funciona como um revitalizante poderoso das funções físicas e mentais”, diz a química Conceição Trucom, autora do livro A Importância da Linhaça na Saúde (editora Alaúde). Ela recomenda ingerir uma colher de sopa da semente por dia, polvilhada sobre saladas ou iogurtes ou misturada a pães e bolos.

7. IOGURTE PREVINE DOENÇAS
O valor desse alimento está nos 6 milhões de bactérias probióticas por mililitro. “Além de equilibrar a flora intestinal, elas auxiliam no trabalho de absorção dos nutrientes”, diz a endocrinologista Alessandra Rascovski, de São Paulo. No livro A Dieta Perricone – Aprenda a Perder Peso e Cuidar da Pele e da Saúde ao Mesmo Tempo (editora Campus), o dermatologista americano destaca que o consumo regular de alimentos probióticos previne infecções causadas por fungos, melhora a imunidade, controla o colesterol e reduz o risco de câncer. Um copo de iogurte por dia já traz todos esses benefícios desde que não tenha corantes, conservantes, espessantes nem adição de açúcar – tudo isso pode atrapalhar a sobrevivência das bactérias no organismo.

Fonte: Site Planeta Sustentável da Editora Abril

Shiitake

O shiitake (Lentinula edodes) é um cogumelo comestível nativo do leste da Ásia. A espécie é hoje em dia o segundo cogumelo comestível mais consumido no mundo, incorporado desde há muito nos hábitos alimentares dos povos asiáticos. Recentemente, foi introduzido para produção e consumo nos paises ocidentais.
cogumelo_shiitake

A palavra “shiitake” tem origem no japonês shii (uma árvore parecida com carvalho) e take (cogumelo). A primeira referência histórica do consumo de shiitake data de 199 AD. No Brasil começou ser cultivado no início da década de 1990.

Na natureza, o shiitake pode ser encontrado em florestas asiáticas, onde se desenvolve em árvores mortas. É um fungo aeróbio, decompositor de madeira, que degrada celulose e lignina para obter energia.

O shiitake é nutritivo, rico em proteínas, contendo em relação à matéria seca 17,5% de proteínas, com nove aminoácidos essenciais. Tem também importância medicinal, possuindo substâncias com propriedades para o tratamento e controle de pressão arterial, redução do nível de colesterol, fortalecimento do sistema imunológico, e inibição do desenvolvimento de tumores, vírus e bactérias.

O shiitake é produzido em compostos orgânicos à base de serragem, farelo de arroz e/ou trigo e/ou soja, previamente hidratada e corrigida do ponto de vista do pH. O produto repousa durante 145 dias em local fechado e climatizado a cerca de 14°C até o aparecimento dos frutos e sua colheita. Este processo também é conhecido como cultivo axênico.

O shiitake pode ser conservado por 10 a 15 dias em refrigerador (4 °C). Geralmente, são embalados em bandejas de isopor (200g), recobertos por filme de PVC, ou em pequenas caixas de papelão.

O shiitake pode ser preparado em sopas, molhos, saladas e até empanado. Pode ser preparado de modo parecido a da carne.

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